O executivo municipal da Guarda aprovou esta tarde, por unanimidade, um voto de pesar e cumpriu um minutos de silêncio pelo falecimento de Emílio Aragonez, antigo jornalista da Rádio Altitude, da Guarda, «reconhecendo publicamente o seu percurso e o seu contributo para a comunicação social e para a vida da Cidade da Guarda», «enaltecer a sua dedicação à Rádio Altitude e o papel que desempenhou na construção da memória identitária da Guarda, enquanto uma das suas vozes mais reconhecidas e acarinhadas» e «registar o seu nome e o seu legado entre as personalidades que, através do seu trabalho e dedicação, contribuíram para a história da Cidade da Guarda».
No voto de pesar, que foi aprovado esta tarde na reunião quinzenal, que está a ser presidida pelo vice-presidente António Fernandes, em substituição do presidente do município, Sérgio Costa, é recordado que «Emílio Aragonez foi um dos homens que ajudaram a construir a memória radiofónica da Guarda e que, através da palavra e da notícia, contribuíram para aproximar a Cidade das suas gentes».
«A sua voz tornou-se familiar a várias gerações de Guardenses. Uma voz que informou, acompanhou e deu testemunho da vida da Guarda durante décadas», acrescenta o texto.
Emílio Aragonez nasceu em Portalegre, em 1934, tendo vindo viver para a Guarda com cinco anos.
Começou a trabalhar na Rádio Altitude em 1952 e foi durante 50 anos um dos rostos simbólicos daquela estação emissora. Aposentou-se em 2001. Em Outubro de 1997, um grupo de jornalistas do distrito da Guarda prestou-lhe homenagem, tendo sido promovidas diversas iniciativas.




