Terça-feira, 10 Março, 2026
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Samuel Úria apresenta esta noite em Seia o seu último álbum “2000 A.D.”

Samuel Úria sobe esta noite ao palco da Casa Municipal da Cultura de Seia para apresentar o seu último álbum, intitulado “2000 A.D.”, uma edição apoiada pelo Fundo Cultural da Sociedade Portuguesa de Autores e um disco Antena 3. Como refere uma nota informativa dos promotores do músico, desde o passado mês de Setembro que Samuel Úria foi antecipando algumas das sonoridades do sucessor de “Canções do Pós-Guerra”. Inicialmente deu a conhecer o tema-título “2000 A.D.”, seguindo-se “Canção de Águas Mil” e “Quem me acende a voz”. As nove canções do novo disco podem ser escutadas no serviços de “streaming”, estando também disponíveis as edições físicas em CD e em LP, este último em vinil magenta translúcido.

«Estimulado pela realidade actual e pela frustração sentida com os sinais de regressão civilizacional», o músico «construiu em torno do imaginário do “ano 2000” e das esperanças românticas que a chegada do novo século gerou à época, uma abordagem poética e musical que se traduz em nove temas memoráveis, registos da invulgaridade criativa de Samuel».

Inteiramente escrito e composto por Samuel Úria tem na produção a colaboração de Miguel Ferreira, músico e produtor que conta já no seu currículo com participação nos dois álbuns anteriores “Carga de Ombro (2016) e “Canções do Pós-Guerra” (2020). «Diversificado, “2000 A.D.” tem na coesão das canções que o compõem um dos seus pontos fortes, sendo redutor destacar alguma, se em detrimento de uma outra», refere a produtora, salientando que, «ainda assim, é inegável referir o tema-título que deu início à descoberta do novo álbum, a canção que anunciou as novas sonoridades; ou “Kuchisabishii”, o tributo de Samuel ao electro-rock e que contou com a participação de Margarida Campelo; também, “Quem me acende a voz”, um cruzamento sonoro entre o rock, a folk e o gospel ao serviço de uma letra de grande intensidade espiritual». Uma referência ainda à balada “Um adeus português”, numa homenagem a Alexandre O’Neill.

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