Terça-feira, 21 Julho, 2026
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Diana Santos sucede a António Monteirinho na liderança da Concelhia do PS da Guarda

Diana Santos (Lista A) venceu hoje as eleições para a Concelhia do PS da Guarda, tendo obtido 100 votos e o seu adversário, João Vaz (Lista B), 85. Houve ainda um voto branco. Sob o lema “A força da renovação”, Diana Santos vai suceder a António Monteirinho, que entendeu não se recandidatar ao quarto e último mandato. A nova dirigente, que é deputada na Assembleia Municipal da Guarda, candidatou-se à liderança do PS local «com o propósito firme de dar ao PS a força, os valores, as ideias e a abrangência que este merece».

Numa reação aos resultados, Diana Santos, que na última Assembleia Municipal da Guarda assumiu o cargo de deputada em substituição de Rui Ribeiro, disse aos jornalistas que foi iniciado «um novo ciclo», uma «renovação de protagonistas, de ideias e sobretudo uma nova forma de estar na política» e espera contar com a colaboração de João Vaz. Adiantou que a primeira medidas será realizar reunir «com os militantes mais antigos para também envolvê-los e juntos começar a definir uma estratégia para liderar novamente o concelho da Guarda». A nova líder do PS da Guarda evidenciou que há «um compromisso claro, que é o de percorrer todas as freguesias do concelho neste dois anos de mandato, com o projecto “Assembleia Aberta” para ouvir não só os militantes mas também todos os agentes locais».

A notória divisão de votos entre as duas listas para a concelhia, também se verificou na escolha de delegados ao XXV Congresso Distrital (agendado para o próximo dia 4 de Julho, em Fornos de Algodres), a Lista A conseguiu 96 votos (17 delegados) e a lista adversária 84 (14 delegados). Houve ainda dois votos brancos e quatro nulos.

Relativamente à Federação Distrital, Alexandre Lote, que se recandidatava a mais um mandato, obteve cerca de 92% dos votos, sendo de destacar que no concelho da Guarda, dos 186 votantes, 24 abstiveram-se, 14 optaram pelo voto nulo e 148 votaram favoravelmente.

Quanto à escolha das concelhias, não houve eleições em quatro, duas das quais (Aguiar da Beira e Pinhel) por não haver o número mínimo necessário de militantes com quotas pagas, que é de 15. Nos casos de Figueira de Castelo Rodrigo e de Manteigas, só deverá haver sufrágio em Setembro ou Outubro.

Nas dez concelhias que foram a votos, apenas na Guarda havia duas listas concorrentes, uma liderada por Diana Santos (que viria a vencer) e outra por João Vaz. Nas restantes concelhias, há renovações na liderança em Almeida (João Alexandre) e em Celorico da Beira (Ana Correia). Foram reconduzidos no cargo Tiago Pratas (Fornos de Algodres), Rui Monteiro (Gouveia), Luísa Peneda (Manteigas), Paulo Leitão (Sabugal), Luciano Ribeiro (Seia), Bruno Veiga (Trancoso) e Carlos Correia (Vila Nova de Foz Côa).

Realizaram-se ainda eleições para a Federação Distrital das Mulheres Socialistas (MS), tendo sido eleita Nélia Faria (que era a única concorrente) e para as estruturas concelhias das Mulheres Socialistas, tendo sido eleitas Catarina Siero (Almeida), Samaína Marques (Celorico da Beira), Sandra Pena (Figueira de Castelo Rodrigo), Maria Luísa Gomes (Fornos de Algodres), Cesarina Maurício (Gouveia), Manuela Fernandes (Guarda) e Filipa Branquinho (Seia).

Diana Santos ladeada por Maria Manuela Fernandes (eleita presidente da Concelhia das Mulheres Socialistas) e Nélia Faria (eleita presidente da Federação Distrital das Mulheres Socialistas)
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