O Município da Covilhã vai apresentar uma candidatura para a cidade ser “Capital Nacional da Juventude” em 2026, num «processo que visa promover e valorizar as políticas municipais centradas nos jovens, bem como o papel que estes têm na comunidade».
O anúncio da apresentação desta candidatura foi feito esta Quinta-feira pelo presidente da Câmara Municipal, Hélio Fazendeiro, durante a reunião pública do executivo e na qual marcaram presença alguns alunos do 12.º ano, no âmbito da iniciativa “Um dia com o Presidente”. Citado numa nota informativa enviada ao jornal “Todas as Beiras”, o autarca explicou que pretende-se com esta iniciativa contribuir para que os jovens possam «compreender a importância que a democracia e os órgãos autárquicos têm naquilo que é a determinação do futuro».
E é esse também o objectivo que está patente na candidatura que será submetida até ao próximo dia 18, «posicionando a Covilhã como um “Município amigo dos jovens”, reflectindo a energia e o talento de uma Covilhã que se quer afirmar como referência nacional nas políticas de juventude», salienta autarquia.
«Mais importante do que o resultado, é todo o trabalho e todo o caminho que tem sido feito para construir e para colaborativamente envolver a juventude na construção, não só das prioridades e políticas, mas também nas decisões tomadas», evidenciou Hélio Fazendeiro.
A candidatura será feita por jovens e para jovens, num modelo participativo que já levou à constituição da Rede de Embaixadores, composta por um grupo de jovens que assume o compromisso de “Tecer no presente o fio do Futuro”. Esta rede é constituída por embaixadores de diversas áreas de ensino, desde a Biologia, passando pela Aeronáutica e Juventudes Partidárias.
A «Capital Nacional de Juventude» é uma iniciativa promovida, anualmente, pelo IPDJ, em parceria com o Conselho Nacional de Juventude (CNJ), a Federação Nacional de Associações Juvenis (FNAJ), a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a ANAM, e visa reconhecer o trabalho dos municípios na promoção de políticas de juventude, incentivando a participação cívica, o associativismo juvenil e a educação não formal.




