Alexandre Lote é o único candidato à liderança da Federação Distrital do PS da Guarda, que apresenta a moção global de estratégia sob o lema “Abrir e Agir”. O socialista tem, assim, o caminho livre para um quarto e último mandato na liderança da estrutura distrital. Também Nélia Faria, que se apresenta com o lema “Igualdade para Avançar”, é a única candidata à presidência da FDMS-ID.
Quanto à escolha das concelhias, não haverá eleições em quatro, sendo que em Aguiar da Beira há apenas 11 militantes em condições de votar, quando o número mínimo necessário é de 15 com quotas pagas. Também em Pinhel não há o número mínimo suficiente. Nos casos de Figueira de Castelo Rodrigo e de Manteigas, só deverá haver sufrágio em Setembro ou Outubro.
Nas restantes concelhias do PS, os socialistas são chamados a escolher os dirigentes para as várias estruturas, embora apenas na Guarda tenham surgido duas listas, uma liderada por Diana Santos e outro por João Vaz.
Como o jornal “Todas as Beiras” já tinha noticiado, Diana Santos, actual deputada na Assembleia Municipal da Guarda, candidata-se à sucessão de António Monteirinho que entendeu não se recandidatar ao quarto e último mandato, «com o propósito firme de dar ao PS a força, os valores, as ideias e a abrangência que este merece». A candidata refere que «pretende relevar» o partido «primeiro, interna e localmente, criando uma Comissão de Acompanhamento Concelhia com os quadros mais antigos do partido, para que possam aconselhar e transmitir conhecimento às gerações mais novas» e assim desenvolver «uma estratégia una, coesa e forte». «A nível distrital e nacionalmente, exigindo às estruturas respectivas o reconhecimento e o apoio devido a esta capital de distrito», defende a militante socialista.
«Unir o Partido: aproximando-o dos militantes, aproximando os órgãos do Partido dos eleitos locais e o PS das novas gerações», é este o compromisso de João Vaz, actual deputado na Assembleia Municipal da Guarda, que salienta que «representa uma vontade de unir e aproximar para fortalecer». Refere ainda que acredita que «uma estrutura política forte se constrói com diálogo permanente, participação activa e trabalho em equipa». Defende que «é essencial estreitar relações com os nossos autarcas e reinventar as dinâmicas, criando um chão comum entre todos os que assumem responsabilidades políticas em nome do PS».




