Quarta-feira, 29 Abril, 2026
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Suspeito de duplo homicídio detido na Mêda é militar da Gendarmerie Nacional

Na sequência da detenção no concelho da Mêda de um suspeito do duplo homicídio, que era procurado em França, a Polícia Judiciária informou esta Quarta-feira, em comunicado, que «ainda durante a noite de ontem, obteve robustos elementos de prova que, durante a manhã de hoje, permitiram localizar dois corpos, presumivelmente da companheira e a ex-companheira do referido cidadão, enterradas em local ermo, cuja diligência foi presidida pelo Procurador titular da acção penal». A PJ acrescenta que o suspeito do duplo homicídio, que na altura da detenção efectuada pela GNR estava acompanhado de dois menores, é militar da Gendarmerie Nacional. E adianta que «continuam a ser desenvolvidas as diligências necessárias à identificação das vítimas e à consolidação da prova» e que o detido será presente a primeiro interrogatório judicial na Mêda.

De recordar que, como o jornal “Todas as Beiras” noticiou, noo âmbito de uma acção de fiscalização rodoviária na Estrada Nacional 102, os militares da GNR do posto territorial da Mêda detiveram um suspeito do duplo homicídio, que era procurado em França. Em comunicado, aquela força de segurança informou que os militares, após terem abordado uma viatura ligeira, «o condutor apresentou documentos que suscitaram suspeitas quanto à sua autenticidade, tendo-se confirmado tratar-se de documentos falsificados, bem como sido detectada a posse de uma arma de fogo sem documentação legal».

Perante esta situação, o suspeito, de 41 anos, «foi detido em flagrante delito pelos crimes de falsificação de documentos e de posse ilegal de arma». «No seguimento da acção, e no decurso das diligências subsequentes realizadas pelos mesmos militares, foi possível apurar-se que o detido se encontrava referenciado como suspeito da prática de crimes graves, designadamente rapto e outros ilícitos criminais de elevada gravidade, incluindo a suspeita de homicídio», refere a GNR, adiantando que «neste âmbito, foi de imediato contactada a Polícia Judiciária».

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