Terça-feira, 21 Abril, 2026
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Construção de uma curva em “U” antes do local onde ocorreu a derrocada é a solução apontada pela IP para repor a normalidade na EN 232, em Manteigas

Construir uma curva de 300 metros em “U” antes do local onde ocorreu a derrocada, ocorrida em Fevereiro, foi a solução apresentada pela Infraestruturas de Portugal (IP) ao Munícipio de Manteigas para ser dada continuidade da EN 232. O presidente da autarquia, Flávio Massano, que deu ontem a conhecer na sua página pessoal no Facebook a proposta feita pela IP, considera «ser uma opção muito interessante, e que poderá repor a normalidade» naquela estrada «com relativa facilidade e sem causar muito impacto à própria encosta com obras que poderiam demorar vários meses ou até anos se fossemos para soluções mais complexas». Certo é que, como admitiu a IP na reunião do passado dia 10 de Março, «repôr a estrada no sítio onde ela passava é praticamente impossível, primeiro porque a situação ainda não está estabilizada e em segundo porque é muito difícil em termos de engenharia reconstruir» esse troço.

«Portanto, a proposta que nos fizeram foi de encurtar o trajecto, ou seja 300 metros antes da derrocada, construindo uma curva em “U”, que imita a que existia mas que é feita um pouco antes de chegar ao cruzamento do Ribas», informou Flávio Massano, adiantando que esta solução «levantava, desde logo, o problema da inutilização do caminho florestal de São Sebastião e também a inutilização de parte do caminho florestal para o observatório e para as Penhas Douradas».

Agora, «com base no estudo que nos foi apresentado, resultante do trabalho de campo efectuado pela IP nos últimos 30 dias, será possível, desde que a plataforma superior não acabe por ruir, fazer essa ligação no futuro», referiu o autarca.

A IP e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas vão analisar nos próximos dias a possibilidade de «construir a curva, em “U”, que salvaguarde a continuidade da EN 232, mas mantendo o caminho florestal das Penhas Douradas, porque pode ser necessário para continuarem a ser feitas as rotas pedestres, mas acima de tudo para os veículos de socorro poderem intervir na floresta».

Derrocada na Estrada Nacional 232, no concelho de Manteigas

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