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Projecto “Interior Sonoro”, da Guarda, cruza arte, inclusão e desenvolvimento pessoal

Desde Novembro que o Teatro Municipal da Guarda (TMG) tem sido palco de um projecto que cruza arte, inclusão e desenvolvimento pessoal. “Interior Sonoro”, promovido pelo Município da Guarda e pelo TMG, no âmbito do programa CENTRO2030 – Inclusão pela Cultura, visa «explorar o potencial criativo de cada participante e transformar experiências individuais em expressão colectiva e multidisciplinar».

“Interior Sonoro” é um projecto que «cruza a arte e a inclusão, reunindo participantes da CERCIG e da Associação PALOP em sessões semanais de música, teatro, escrita terapêutica, fotografia, expressão corporal e mindfulness».

Guiado pelo eixo conceptual “Sombra, Sonho e Trauma”, o projecto convida os participantes «a embarcarem numa jornada de descoberta e criação, através de diferentes linguagens artísticas e terapêuticas».

A partir de Abril, o projecto ganha uma nova dimensão com sessões conjuntas entre a Associaçã PALOP e a CERCIG, desenvolvidas já no teatro musical onde decorrerão as gravações do álbum, os ensaios e a preparação dos vários cenários da peça, anunciou esta tarde o director artístico, B.Riddim (Luís Sequeira).

O resultado desta experiência colectiva culminará no espectáculo final a apresentar no TMG, no dia 5 de Julho de 2026, bem como na criação de um álbum multimédia original, que reúne músicas, fotografias e textos desenvolvidos ao longo do projecto, reflectindo a transformação e a expressão emocional de todos os envolvidos – participantes e formadores.

Paralelamente, “Interior Sonoro” será também retratado numa série documental, estruturada em três momentos. O primeiro capítulo, “Prólogo”, tem estreia marcada para o dia 6 de Abril, às 18 horas, no Café-Concerto do TMG.

A direcção artística do projecto está a cargo de B.Riddim (Luís Sequeira), contando com a colaboração de uma equipa multidisciplinar de formadores: B.Riddim (direcção artística) será o responsável pela música, produção musical e dramaturgia; Maze (Dealema) terá a seu cargo a escrita terapêutica e criativa; e Joana Carvalho fica com a parte teatral e de encenação. Maria Figueiredo é a formadora da expressão corporal e yoga, Vanessa Rei terá a área de “mindfulness” e terapia; Miguel Silva (Agência Lusa) é o responsável pela formação na área da fotografia analógica (documentação/identidade visual) e Kei (Hugo Quelhas, G-Ward) é o formador do Hip-Hop/Flow/ Performance Vocal.

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