Sábado, 13 Dezembro, 2025
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Pacote laboral na mira da contestação dos trabalhadores

Os sindicalistas que estiveram hoje reunidos, na Guarda, no Plenário Eleitoral da União dos Sindicatos da Guarda (USG), que reelegeu José Pedro Branquinho como coordenador distrital, deixaram evidente que existe «um sentimento muito forte de que é preciso combater» o pacote laboral que o Governo quer colocar em prática. A oposição a estas medidas governamentais terá o seu ponto alto no próximo dia 8 de Novembro numa concentração em Lisboa.

Em declarações aos jornalistas, o secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), Tiago Oliveira, afirmou que, entre a centena de medidas incluídas no pacote laboral, «vale a pena focar os eixos centrais que são o aprofundamento da precariedade nos locais de trabalho, desregulação das horários de trabalho e a facilitação dos despedimentos, ataque à contratação colectiva e ao direito à greve». Evidenciou também que um dos exemplos de «ataque à liberdade sindical» é o facto de «a entrada do sindicato nas empresas onde não há organização, onde não há trabalhadores sindicalizados, estar dependente da autorização da empresa».

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