Cruzei-me com António José Seguro (AJS), pela primeira vez, numa noite de arraial na Festa do Senhor do Calvário em Manteigas.
Vinha com gente amiga, gente da terra onde costumava aparecer e era conhecido, naquela que parecia ser mais uma visita ocasional, mas onde afinal se mostrava já o candidato (pelo PS no Distrito da Guarda) às eleições legislativas de 1995.
Logo nesse primeiro contacto gostei da sua forma de se relacionar com o povo, da maneira como ouvia e depois esclarecia, mostrando sempre que havia um lado sério na política, com o qual me identificava.
Até 1 de outubro desse ano fui-o encontrando mais vezes, em momentos de campanha. Recordo bem o seu compromisso pessoal, na sessão feita em Manteigas, com os presentes e que ainda hoje acredito ter sido o motivo daviragem que alterou o resultado a favor do PS na Guarda e nos fez empatar em mandatos com o PSD.
Os anos seguintes continuaram a mostrar-me que AJS era um político diferente. Uma certeza que se confirmava a cada encontro com ele em trabalho político.
As voltas da vida e da política fizeram que apenas o encontrasse anos depois, numa descida do Chiado (em campanha para as Eleições Europeias de 2014) e mais tarde na feira do livro em Lisboa.
Ficou aí a promessa e o compromisso, do meu regresso à política quando ele entendesse regressar. Pois bem, chegou esse tempo.
Um tempo em que na Presidência da República teremos de ter (e ver) alguém com capacidade de escutar e de esclarecer, mostrando uma seriedade capaz de enfrentar os tempos conturbados que vivemos e onde os populismos imperam.
Porque quero um presidente para todos os Portugueses, defensor da democracia e dos direitos humanos, eu apoio António José Seguro.




