Domingo, 14 Dezembro, 2025
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Sérgio Costa evidenciou esta noite que os 600 candidatos da coligação “Pela Guarda” são «vozes livres que, em uníssono, vão cantar que o poder nasce das pessoas e não das máquinas partidárias»

Depois de João Prata, candidato à Câmara da Guarda pela coligação “Guarda com ambição” (PSD/CDS/IL), ter afirmado, na passada Sexta-feira, que os elementos da candidatura da qual faz parte não sentem vergonha e nem fogem conforme as ocasiões, era de esperar que Sérgio Costa, que se recandidata à presidência pela coligação “PG – Pela Guarda” (Nós Cidadãos/PPM), reagisse a esta intervenção feita pelo seu adversário político. Num discurso em que até chegou a citar a canção “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso (“O povo é quem mais ordena, dentro de ti, ó cidade”), Sérgio Costa rejeitou que os cerca de 600 candidatos pela coligação tenham vergonha e assegurou que não há «interesses escondidos» e nenhum dos elementos que a integram é «marioneta de ninguém».

«Somos 600 guardenses que deram o seu nome, o seu rosto e a sua vida a esta candidatura. Candidatos que não temos vergonha de os mostrar, nem à Câmara Municipal, nem à Assembleia Municipal», afirmou Sérgio Costa no discurso que fez, este Domingo ao início da noite, na inauguração da sede de candidatura, situada na Praça Luís de Camões.

De recordar que no discurso proferido aquando da inauguração da sede de campanha, na passada Sexta-feira, João Prata comparou a coligação PSD/CDS/IL com a coligação denominada “PG – Pela Guarda” (Nós Cidadãos/PPM), que suporta a recandidatura do actual autarca, Sérgio Costa. O candidato da “Guarda com ambição” evidenciou que na coligação de que faz parte «pontuam militantes assumidos, com muitos cidadãos sem filiação partidárias». «Não nos envergonha, nem fugimos conforme as ocasiões, em assumirmos os projectos em que acreditamos», acrescentou. E foi mais longe nas críticas: «Não fazemos, como outros, ziguezagues apenas em função do seu muito particular interesse, mas assumimos a radicalidade do modelo democrático em que acreditamos e em que vivemos e sujeitamo-nos humildemente e sem subterfúgios ao juízo de cada um dos cidadãos das 43 freguesias que compõem a Guarda».

A resposta a este discurso crítico não tardou por parte de Sérgio Costa, que aproveitou o momento da inauguração da sede de candidatura, este Domingo, para evidenciar que o que os «distingue e que nunca aconteceu na história democrática» da Guarda é o facto de serem «600 guardenses que deram o seu nome, o seu rosto e a sua vida» à candidatura PG. «Candidatos que não temos vergonha de os mostrar, nem à Câmara Municipal, nem à Assembleia Municipal», assegurou. E passou ao ataque: «Nós não temos máquinas partidárias. Não temos estruturas pagas para nos segurar. Não temos interesses escondidos. Não somos marionetas de ninguém».

Num discurso em que até chegou a citar a canção “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso (“O povo é quem mais ordena, dentro de ti, ó cidade”), Sérgio Costa evidenciou que «são 600 vozes livres que, em uníssono, vão cantar que o poder nasce das pessoas e não das máquinas partidárias» e que a campanha da coligação “Pela Guarda” «é feita por guardenses para os guardenses».

Depois de recordar que a coligação apresenta 38 listas às freguesias (quatro das quais independentes que contam com o apoio do PG), Sérgio Costa considera que «esta é, sem margem para dúvidas, uma das maiores e mais fortes candidaturas da história democrática» do concelho.« Mas não só. É também uma das maiores candidaturas de independentes em todo o país, em todo Portugal, nas eleições autárquicas deste ano», considera o rosto principal da coligação. Candidatos que, adiantou, provam que «o futuro se constrói com independência, com liberdade, com coragem e com garra» e «cada nome destas listas representa uma história e um compromisso».

«É este movimento humano, transversal e genuíno, que nos distingue de todos os outros. É este acreditar na Guarda que nos inspira e dá alento. Somos claramente diferentes. Enquanto uns falam de uma Guarda sem futuro e diminuem a nossa auto-estima, ao caminhar pelas nossas ruas e praças, acreditamos na Guarda e lutamos pela nossa bela cidade e o nosso lindo concelho», disse ainda o candidato a um segundo mandato na presidência da autarquia.

O rosto principal da candidatura denominada “Pela Guarda” não deixou de admitir que o caminho «não tem sido fácil», justificando que a coligação e «até o próprio Município têm sido alvo de uma perseguição sem precedentes», especificando que foram apresentadas «mais de 30 queixas» à Comissão Nacional de Eleições», que viriam ser «todas arquivadas». «Tentaram, através de truques de secretaria, ameaçar a nossa candidatura. Tentaram calar vozes livres que apenas querem servir a sua terra. Mas não conseguiram, nem vão conseguir», afirmou o candidato, que considera tratar-se de «uma perseguição aos independentes e ao presidente da Câmara da Guarda». «Podem chumbar obras. Podem chumbar orçamentos. Podem chumbar empréstimos. Tentaram travar a nossa candidatura. Mas nunca vão conseguir silenciar a força de um povo que se levanta para defender a sua terra», afirmou convictamente Sérgio Costa.

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